Ministro Aragão quer saber se Marilena Chauí ainda odeia a classe média

ARAGAOCAHUI

SÃO PAULO – “Eu odeio a classe média” – essa foi a frase que a filósofa petista Marilena Chauí legará à sua posteridade. A frase foi dita em reunião onde se encontrava Brahma da Silva, que riu, assim como fez deboches em gravações grampeadas e divulgadas pela Lava-Jato.

Figuras do PT têm feito referências hipócritas ao “clima de ódio”, como se a “direita” destilasse raiva de classe contra os mais “pobres”. Porém, o que se notam são reiteradas menções ao ódio partindo do presidente da CUT, do MST, do MTST, que dizem que o Brasil não terá um dia de paz caso a presidente (sic!) sofra o impeachment.

O ministro da justiça Eugênio Aragão disse que investigará qualquer insinuação de ódio nas redes sociais. Ele deveria começar pela Marilena Chauí.

 

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