Conflito de classes na ciclovia faz surgir gangues em SP

Semana passada, o aposentado Pedestrino Carvalho morreu atropelado por bicicleta, ao atravessar um trecho mal sinalizado da ciclovia. O ciclista pedalava a 150 Km/h e não conseguiu frear a tempo. Desastroso, o acidente chocou a cidade, criando sério conflito entre as classes de ciclistas e pedestres.

A prefeitura resolveu aproveitar o espaço ocioso da Avenida Paulista e criou espaço para o chamado ciclismo selvagem, que consta em sair de casa, pedalar e retornar vivo. Mas, a polícia já detectou o surgimento de duas facções – os bike killers e os walking dead – que lutam pelo mesmo espaço na via pública. Moradores estão assustados com as cenas de violência diárias, que incluem esquartejamento, além de pau-de-arara e choque elétrico nas partes pudendas.

Os bike killers são conhecidos pela crueldade com que atuam, e há suspeitas de que uma dissidência ainda mais radical opere na região arrancando o fígado das vítimas. Entre os walking deads não é diferente:

– Eles colocam linha chilena na altura do pescoço do ciclista. Volta e meia, a gente tropeça numa cabeça por aí. Tá difícil. Só esta semana sujei dois pares de sapato – disse um morador que não quis se identificar.

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