Defensor de Dillma ameaça atacar com garfo

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A militância não está aguentando ver o PT (Partido dos Talheres) ultrapassar o volume morto, junto com o PIB, furando o assoalho da casa. “Tantos companheiros presos acabam deixando as passeatas vazias…” – lamentou Furisvaldo Garfovsky, da ONG Faqueiros sem limites, que luta por um mundo melhor e fatura uns pixulecos do governo.

Furisvaldo publicou vídeo ameaçando defender Dilma usando um garfo, caso a lei no Brasil volte a ser respeitada e os tribunais reconheçam que a eleição foi financiada com dinheiro sujo. Um telefonema anônimo levou a polícia até a residência (foto) do militante e encontrou indícios de que ele planejava atacar o Pixuleco, candidato de alta envergadura – a despeito de ser um boneco – mas, já está em plena campanha presidencial 2018, visitando as capitais do país.

Juiz Sérvio Mouro está muito próximo de pegar o número um da operação Lava-Jato, também conhecido como Brahma, e isso tem tirado o sono de 5% da população, da classe trabalhadora. Furisvaldo teme perder a sua boquinha no governo e disse que lutará até o fim:

– Se proibirem o garfo, eu a defenderei com coador de café, e não me responsabilizo pelo o que farei com ele… – avisou no vídeo.

Com a proibição da faca para uso em roubos e assaltos, a bandidagem tem procurado trabalhar com garfos. Desde o início do ano, o Estatuto do Menor Assaltante (EMA) proíbe a utilização de facas ou armas brancas na atividade de “roubo com intenção de justiça social e resgate histórico”.

Feminista com inveja do tênis esfaqueia Pixuleco

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A polícia divulga o relatório parcial sobre o esfaqueamento desferido contra o bonecão do Lula, o Pixuleco. Uma estudante de Direito e vinculada ao UJS (União Jacobina de Sapatarias) é a principal suspeita de ter cometido o atentado, já que era a única que se encontrava ao lado do “Pixu”, segurando uma faca e gritando histericamente: “Não vai ter golpe! Não vai ter golpe…!”

Emanuele Esquerdopatello faz faculdade de Direito e milita contra o patriarcado. Sua luta não se limita a passeatas, e somente esse mês já invadiu 15 mictórios públicos, arrancou recipientes de urinar em pé e rabiscou na parede a frase: “Combata o patriarcado mijando sentado!”  Nas horas vagas, marca um lanche com a turma no MacDonald e aproveita pra estudar:

– Estou doida para iniciar ano que vem a disciplina Marx é tudo XIX – confessou sorridente.

Psicólogos da Sociedade Intergalática de Psicologia (SIP) vieram ao Brasil para o estudo do caso. Formados na linha freudiana, eles acreditam que Emanuele foi vítima da “inveja do tênis” – que ocorre quando uma feminista encontra alguém com o tênis maior do que o seu:

– Ela viu o tênis do pixuleco e surtou. Daí o ataque histérico – disse ontem Dr. Latrine, ao Jornal Nescional.

Jogging Radical: SP lança modalidade esportiva

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O prefeito de SP Pedalando Malddad homologou esta semana o “jogging radical” – modalidade esportiva onde o pedestre tem que caminhar pelas ruas se desviando de veículos pesados, automóveis, motocicletas, e agora, de bicicletas. Os adeptos do JR estão sendo chamados de walking dead.

O esporte já existia, mas precisava de regulamentação. Depois que um idoso foi atropelado por ciclista que pedalava a 150 km/h, o poder público entendeu que a ciclovia precisava de uns pequenos ajustes na sinalização. Placas com o aviso de “Proibido morrer atropelado” estão sendo espalhadas nos pontos perigosos da pista. Com a infração da lei, o defunto será obrigado a pagar multa de R$ 170,00. Malddad espera com isso aumentar a arrecadação dos tributos e diminuir a população, pois a cidade está muito cheia.

Conflito de classes na ciclovia faz surgir gangues em SP

Semana passada, o aposentado Pedestrino Carvalho morreu atropelado por bicicleta, ao atravessar um trecho mal sinalizado da ciclovia. O ciclista pedalava a 150 Km/h e não conseguiu frear a tempo. Desastroso, o acidente chocou a cidade, criando sério conflito entre as classes de ciclistas e pedestres.

A prefeitura resolveu aproveitar o espaço ocioso da Avenida Paulista e criou espaço para o chamado ciclismo selvagem, que consta em sair de casa, pedalar e retornar vivo. Mas, a polícia já detectou o surgimento de duas facções – os bike killers e os walking dead – que lutam pelo mesmo espaço na via pública. Moradores estão assustados com as cenas de violência diárias, que incluem esquartejamento, além de pau-de-arara e choque elétrico nas partes pudendas.

Os bike killers são conhecidos pela crueldade com que atuam, e há suspeitas de que uma dissidência ainda mais radical opere na região arrancando o fígado das vítimas. Entre os walking deads não é diferente:

– Eles colocam linha chilena na altura do pescoço do ciclista. Volta e meia, a gente tropeça numa cabeça por aí. Tá difícil. Só esta semana sujei dois pares de sapato – disse um morador que não quis se identificar.

A revolução dos brioches

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Maria Antonieta podia ter fama negativa em muitos setores da vida pública e da privada, numa França pré-revolucionária. Mas, parece não haver registros sobre frases sem nexo ou sentido que tenha feito e escandalizado a Corte. Em outros pontos, porém, a rainha se parece com a nossa presidente.

Classificada de perdulária nas biografias, Maria Antonieta chegou a receber cobrança de um famoso joalheiro, pois não pagou pelas compras que fez – o que me fez lembrar Dilma e o episódio recente na Califórnia, onde a excelentíssima alugou frota de limosines Deus sabe lá por quê. E não pagou, a empresa teve que acionar a imprensa e o Itamarati. Ao fim da vida, antes de ser decapitada, presa numa torre, no alto, isolada. A rainha.

“Não tem pão, que comam brioches!” – a sua famosa suposta frase. A ideia, porém, certamente foi adotada pelas esquerdas revolucionárias no Brasil:

Não tem emprego? Coma bolsa-família. Não tem educação básica de qualidade? Coma “cotas”, coma bolsa-escola. Não tem médico bem pago e aparelhado, nem hospitais que lhe atendam decentemente? Coma “mais médicos”. Não tem segurança pública? Coma “toque de recolher”. Não há recursos para a alta cultura? Coma o lixo cultural. Não há governabilidade sem conchavos? Coma Mensalão…

Não tem pão, coma brioche.

ROMBO – Detonando o Orçamento 2016

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Artistas que apoiam o governo Dilma se reúnem para a realização de um projeto ousado e criativo: produzir filmes e arrecadar recursos que ajudem a presidente a cobrir o rombo de 130 bilhões no orçamento de 2016. O primeiro da série será ROMBO – Detonando o Orçamento 2016. Eles esperam que o governo deposite logo o dinheiro da bolsa, pois a passagem aérea de Paris para o Brasil teve aumento de 40% este ano. O governo pretende aumentar o Bolsa-Rouanet.

O senador Aloízio Mercador estreia como ator e vai fazer o papel principal, o Rombo: um ex-guerrilheiro que no passado tentou dar golpe de estado e instituir a ditadura democrática do proletariado no país, mas que agora é um cara bem comportado e acha que não precisa mais pegar em armas para dar golpes, bastando umas urnas eletrônicas fraudadas e um Congresso comprado.

Nova Reforma da Previdência: trabalhar até os 95 anos!

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Se está sem dinheiro no caixa, ao menos o governo tem criatividade para arrancar sempre mais da classe produtiva e trabalhadora. Alguém tem que trabalhar nesse país para sustentar o Estado. A volta da CMPF já sofreu manifestação contrária em peso da sociedade. E a Previdência é uma enorme tentação.

O IBGE (Instituto Bengala Geriátrica) agora tem a missão de encontrar algum brasileiro vivendo até os cento e vinte anos. Se o encontrar, obterá base técnica para projetar a nova reforma da Previdência. E isso provará que a qualidade de vida no país está ótima, o brasileiro está vivendo mais e pode muito bem trabalhar até os noventa e cinco anos, por exemplo, no caso do homem. E noventa para mulheres ou pro homem que fizer operação até um ano antes.

Tudo é possível.